quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Falta de profissional de TI deixa 25 mil vagas abertas no mercado de trabalho

Falta de profissional de TI deixa 25 mil vagas abertas no mercado de trabalho
Falta de profissional de TI deixa 25 mil vagas abertas no mercado de trabalho
A falta de profissionais capacitados vai deixar, até o fim do ano, nada menos que 25 mil vagas em Tecnologia da Informação ociosas em todo o país. Atualmente, o setor já emprega 845 mil pessoas. Até 2024, a expectativa é a de gerar mais 350 mil novas oportunidades de trabalho. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

Para especialistas, os índices mostram o quanto esses profissionais são valorizados por promover o progresso e a organização de empresas privadas e órgãos públicos. A atuação passa pelo desenvolvimento de software ou gerenciamento de projetos, banco de dados, plataformas de armazenamento (conhecidas como nuvem) e criação de startups.

“É muito arriscado para um empreendimento não pensar em aplicação da tecnologia nos próprios negócios”, destaca a gerente sênior Flávia Alencastro, da empresa de recrutamento Robert Half.

Exigência

No entanto, tantas possibilidades oferecidas pelo avanço tecnológico – inclusive as ferramentas que permitem a inteligência virtual e a “big data” (geração de dados) – exigem um profissional mais bem preparado. “E é um grande desafio encontrar pessoas qualificadas e com boas experiências para as posições na área de TI”, frisa Flávia Alencastro.

A necessidade da capa-citação é compreendida por Douglas Barros, de 24 anos. Aluno do 6º período de Sistemas de Informação nas Faculdades Promove, o jovem já planeja o que fazer após a formatura: atuar com programação web e mobile (dispositivos móveis). “Em sala de aula, entendo a teoria e aprendo como ela é útil ao ser executada em ferramentas de ponta”, conta. 

Agilidade

A cada ano, cerca de 46 mil alunos concluem graduações na área de tecnologia no Brasil. Porém, nem sempre os centros acadêmicos acompanham a evolução do setor, alertam especialistas.

Coordenadora do mestrado em Tecnologias Aplicadas à Saúde, do Promove, Rosângela Hickson afirma ser esse um dificultador na formação. Ela afirma ser de responsabilidade de cada instituição criar mecanismos e estratégias para oferecer ao universitário uma qualificação atual e bem embasada. “Não basta a regulamentação curricular, é preciso parcerias com grandes empresas de software, banco de dados, sistemas e programação para que a formação seja a ideal. É isso o que oferecemos aos nossos alunos”, destaca a docente.

Mesma opinião tem o vice-presidente de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-MG), Fernando Santos, que reforça a importância dos cursos e qualificações. 

“São essenciais para que o técnico em TI aprofunde os conhecimentos e conheça o que há de novo. No entanto, o governo, a universidade e as empresas precisam atuar juntas, em parceria, para atender as demandas do mercado que não param de crescer”.




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