sábado, 10 de setembro de 2016

Vírus de resgate: empresas pagam, mas nem sempre recuperam dados.

Vírus de resgate: empresas pagam, mas nem sempre recuperam dados.
Vírus de resgate: empresas pagam, mas nem sempre recuperam dados.
Uma pesquisa encomendada pela fabricante de antivírus Trend Micro no Reino Unido e publicada nesta quarta-feira (7) revelou que duas em cada três empresas infectadas por um vírus de resgate acabam pagando para tentar recuperar as informações perdidas. No entanto, em 54% dos casos, a vítima não recebe os dados de volta.

O levantamento, feito com 305 executivos de tecnologia de empresas com mais de mil funcionários, mostrou que, entre as companhias que não tiveram problemas com vírus de resgate, 74% dizem que jamais pagariam o valor cobrado pelos criminosos. Em outras palavras, apenas 26% das empresas admitem que vão pagar, mas 65% acabam pagando.

Os vírus de resgate, ou "ransomwares", são pragas digitais que criptografam os arquivos do computador contaminado. Essa criptografia impede o acesso aos dados e é praticamente irreversível em muitos casos, mas o vírus deixa uma mensagem com uma oferta: caso uma certa quantia seja paga, os criminosos entregarão a chave para decifrar os arquivos.

Na pesquisa encomendada pela Trend Micro, as empresas puderam fornecer razões para o pagamento do resgate digital. O principal motivo, dado por 37% das empresas, é de que havia um temor relacionado ao pagamento de multas caso os dados fossem perdidos. Outras empresas argumentaram que os dados eram altamente confidenciais (32%) e que o valor do resgate era baixo (29%).

O valor médio solicitado pelos criminosos foi de 540 libras, ou cerca de R$ 2,3 mil.

Entre as empresas inferctadas que não pagaram, 66% disseram que não negociam com criminosos, 60% afirmaram que puderam recuperar dados de backup e 26% acreditavam que os dados perdidos não eram valiosos ou confidenciais e, por isso, não havia necessidade de pagar.

Segundo a pesquisa, 44% das empresas no Reino Unido foram infectadas por algum vírus de resgate nos últimos dois anos. Destas, 27% tiveram ao menos duas infecções.




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