sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Seis dicas para garantir a segurança de dispositivos de IoT.

Seis dicas para garantir a segurança de dispositivos de IoT.
Seis dicas para garantir a segurança de dispositivos de IoT.
A Internet das Coisas irá colocar conectividade nos itens do dia a dia. A lista de possibilidades de objetos conectados é imensa, algumas já estão disponíveis no mercado, outras ainda não passam de projetos, mas toda essa praticidade também traz consigo problemas de segurança.

Com plataforma alocada na nuvem computacional e tráfego de informações em redes wi-fi, os dispositivos inteligentes poderão ser usados pelos cibercriminosos para realizar ataques cibernéticos, desligando os aparelhos, usando os dispositivos como porta de entrada para espalhar malwares para outros objetos ou até mesmo tomar o controle de um objeto e pedir um resgate em dinheiro para devolver o controle ao dono.

A Internet das Coisas vai exigir uma mudança de comportamento em relação à segurança da informação. Um hacker poderia alterar a configuração de componentes de segurança – como o sistema de freios ou airbags – e exigir o pagamento de um resgate para retorná-los à configuração original, alterar a temperatura interna da casa ou até mesmo usar a geladeira como canal para acessar dados confidenciais guardados no computador pessoal”, comenta José Matias Neto, diretor de suporte técnico da Intel Security.

O executivo listou seis dicas para elevar os níveis de proteção e se preparar para a chegada da Internet das Coisas.

1. Antes de instalar um dispositivo inteligente em casa ou baixar algum aplicativo procure avaliar os critérios de segurança.

É fundamental buscar informações sobre os dispositivos e seus aplicativos antes de instalá-los, saber quais são as configurações de segurança e quais dados o dispositivo terá acesso.

2. Mantenha sistemas operacionais, softwares e aplicativos sempre atualizados

Frequentemente as empresas que desenvolvem sistemas operacionais, softwares ou aplicativos, disponibilizam versões atualizadas que apresentam possíveis correções às vulnerabilidades. A orientação é sempre manter atualizado todos os apps dos smartphones, desktops, televisões inteligentes, termostatos, entre outros. Isso ajudará a proteger os dispositivos de ataques ransomware e outros malwares.

3. Fique atento com as informações compartilhadas e links desconhecidos

O phishing ainda é a modalidade mais usada pelos cibercriminosos para espalhar malwares. Nunca abra e-mails ou mensagens de remetentes desconhecidos, não clique em links recebidos por e-mail, mensagem de texto ou via rede social, e não faça download de arquivos suspeitos recebidos por esses mesmos canais.

4. Crie senhas mais complexas e use a biometria a seu favor

A maioria das pessoas usa a mesma senha para diferentes serviços na internet. Caso um dos sites tenha sua lista de usuários roubada, o cibercriminoso pode testar o mesmo login e senha para outros serviços e então obter acesso às contas de e-mail e rede social do usuário. As senhas consideradas fortes devem ter no mínimo 10 caracteres e conter letras, números e caracteres especiais como pontos, espaço e símbolos. Também é fundamental trocar as senhas com frequência.

Já é possível também associar funções biométricas à identificação pessoal e no futuro isso será ainda mais comum. Use ferramentas que permitam o desbloqueio dos aparelhos ou acesso a arquivos por meio de reconhecimento facial, impressão digital, etc.

5. Não escolha a opção mais barata

Quando se trata de segurança não escolha a opção que tem o custo menor. Muitas vezes o barato sai caro. Se o dispositivo tem um preço muito baixo, pode ser que elementos importantes tenham sido cortados no processo de concepção. Fuja de falsificações e pesquise sobre a reputação da empresa fornecedora do produto.

6. Tenha uma boa solução de segurança instalada em TODOS os dispositivos

As soluções de segurança como antimalware, antispam, filtro de web, etc, passarão a ser fundamentais para todos os dispositivos. Da mesma forma que o usuário precisa proteger o computador de ataques, também precisa proteger o celular e precisará estender essa proteção aos outros dispositivos pessoais e eletrodomésticos.





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