terça-feira, 16 de junho de 2015

O que recém-formados esperam do mercado de TI?

O que recém-formados esperam do mercado de TI?
O que recém-formados esperam do mercado de TI?
Não é segredo que o mercado de trabalho será mais desafiador para os futuros profissionais de tecnologia. Apesar de sobrarem vagas, há algumas especificidades que indicam desafios para conseguir colocação. A consultoria AfterCollege pesquisou a entrada de jovens no mercado e encontrou fatos curiosos a respeito do que recém-formados podem esperar.

Diplomas em tecnologia dão mais segurança. Mesmo o mercado parecendo difícil, os diplomas em tecnologia aumentam as chances de obtenção de emprego logo após a faculdade. A pesquisa descobriu que estudantes de outras áreas e mulheres enfrentam dificuldades maiores em relação a tecnólogos e homens.

Os resultados também mostraram que 28% dos formados em tecnologia se graduaram com empregos já garantidos, seguidos por estudantes de administração e ciências biológicas, com 18% e 15%, respectivamente. Com base em gênero, 11% das mulheres se formaram já empregadas, contra 18% dos homens. 

Esqueça bônus e ações. O duro mercado de trabalho não diminuiu as exigências dos recém-formados, que ainda não têm imagens claras do que eles esperam de uma empresa. Segundo o estudo, os aspectos mais importantes de uma vaga para esses futuros profissionais são salário, oportunidade de crescimento, localização e equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal. Com o que se importam menos? Tamanho da empresa, bônus e perspectivas acionárias.

Os entrevistados também citaram agendas flexíveis como um benefício adicional na hora de considerar uma empresa, com a opção de trabalho remoto pelo menos uma vez na semana. Comida e bebida gratuitas, atividades sociais e código informal de vestuário também são importantes para os formandos de 2015.

Startups não são tão atraentes. Os estudantes indicaram uma disposição para trabalhar em diversos ambientes. Embora muitas das exigências anteriores se alinhem à cultura das startups, dois em cada três estudantes consultados disseram que aceitariam um emprego no governo. Mais de 50% deles trabalharia para organizações sem fins lucrativos e menos da metade mencionou as startups como o ambiente de trabalho desejado.

Para os formandos, comparado ao mercado tumultuado das empreendedoras, um trabalho para o governo é preferível, assim como “bons salários e o desejo de fazer a diferença”.

A busca pela Internet. Não surpreende, mas os formandos recorrem à internet para procurar trabalho, mostrando interesse em sites de networking e aprimorando suas conexões pessoais. Os universitários afirmaram que as três principais redes sociais às quais se voltam na hora de procurar trabalho incluem o LinkedIn, a rede social das faculdades e o Facebook. Populares no passado, as feiras de carreira e as sessões de informação perderam a importância.

O panorama do futuro. Os formandos de 2015 integrarão um mercado mais duro, o que pode resultar em salários mais baixos e maior desemprego em comparação aos que graduaram mais cedo. Mesmo assim, esses estudantes possuem uma visão clara do que esperam de uma empresa e de suas próprias carreiras.




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