quarta-feira, 8 de julho de 2015

Empresa que vendia software para hackear acaba...sendo hackeada também.

Empresa que vendia software para hackear acaba...sendo hackeada também.
Empresa que vendia software para hackear acaba...sendo hackeada também.
Uma controversa companhia italiana chamada Hacking Team foi hackeada. A companhia, conhecida por vender ferramentas de vigilância para governos e agências de justiça, foi Ironicamente, vítima de um ataque hacker e teve seus dados vazados e expostos na internet, para quem quiser ver, denunciando contratos com governos que adotam medidas de espionagem e órgãos de repressão.

Os invasores roubaram cerca de 400GB de dados dos servidores da empresa, entre eles documentos, e-mails e listas de clientes, e disponibilizaram todo o material via BitTorrent. A lista, que consta clientes anteriores e atuais, inclui nomes de diversas agências governamentais e empresas privadas, que contam com a Hacking Team para obter softwares para regimes repressivos, como por exemplo o Ministério de Defesa Egípcio, o FBI e as Forças Armadas do Líbano.

A lista foi compartilhada pelo usuário do Twitter @SynAckPwn, e ainda indica contrato com o Serviço de Segurança Nacional do Sudão e o Intelligence Kvant Research russo, que consta como "não oficialmente suportado".
Nós não quebramos nenhuma lei. Nós simplesmente providenciamos soluções em softwares sob medida para as necessidades dos nossos clientes. Não acreditem em todas as informações falsas que os atacantes estão espalhando. - Diz a empresa.

Pozzi também alegou que os arquivos em torrent disponibilizados contém vírus. A Hacking Team sempre alegou que não fazem negócios com governos opressores ou aqueles que podem usar suas ferramentas para abusar dos direitos humanos. No entanto, esta não é a primeira vez que foram levantadas questões sobre as atividades da empresa.

Segundo o The Telegraph, Em 2014, um relatório do Citizen Lab mostrou que Sistema de Controle Remoto da empresa (RCS) estava sendo usado pelo governo sudanês. Enquanto isso, um relatório de 2015 da Privacy International alegou ter descoberto provas de que a organização estava entregando seu software para agências governamentais com registros de abuso dos direitos humanos e vigilância ilegal.
Seus produtos têm sido repetidamente usada para realizar a vigilância ilegal de jornalistas, ativistas e defensores dos direitos humanos. - Diz relatório.




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